sexta-feira, 12 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Reflexão

Mulher guerreira
Mulher guerreira
Mulher amiga, amante, mãe
Mulher que inicia seu dia trabalhando
E termina, amando...
Mulher que protege, luta briga e chora
E que nunca deixa o cansaço
Tirar o seu sorriso, sua força, a esperança
Que está sempre pronta a amar, e proteger a sua prole
Sua vida, o seu amor
Mesmo que esteja chorando por dentro
No seu olhar esta sempre presente
A força de lutar por tudo o que quer
Mesmo cansada
Está sempre pronta para seguir em frente
E quando cai, se levanta tirando de sua queda
Uma grande lição
Aprendendo então, a passar por cima das armadilhas da vida
Mulher Guerreira que se torna
Forte e frágil ao mesmo tempo
Que busca dentro de seu interior a força
Que chora para poder se fortalecer
Através das lágrimas que rolam
Que se levanta para poder
Levantar a quem está em sua volta
Precisando de uma palavra de carinho
De esperança, de amor...
Essa é a mulher guerreira
Que se faz de forte
Mas ao mesmo tempo é tão frágil
Como um cristal...
Mas que não se deixa quebrar tão facilmente
Nancy Cobo
04/04/2003
Lei maria da penha

PONTOS IMPORTANTES
1. Se aplica à violência doméstica que cause morte, lesão, sofrimento físico (violência física), sexual (violência sexual), psicológico (violência psicológica), e dano moral (violência moral) ou patrimonial (violência patrimonial);
1.1.No âmbito da unidade doméstica, onde haja o convívio de pessoas, com ou sem vínculo familiar, inclusive as esporadicamente agregadas;
1.2.No âmbito da família, formada por indivíduos que são ou se consideram aparentados, unidos por laços naturais, por afinidade ou por vontade expressa.
1.3.Em qualquer relação íntima de afeto, na qual o agressor conviva ou tenha convivido com a ofendida, independentemente de coabitação;
2. Se aplica também às relações homossexuais (lésbicas);
3. A ofendida não poderá entregar intimação ou notificação ao agressor;
4.Quando a agressão praticada for de pessoa estranha, como por exemplo vizinho, prestador de serviço ou médico, continuam os velhos TERMOS CIRCUNSTANCIADOS;
5. Garantir proteção policial, quando necessário, comunicando de imediato ao Ministério Público e ao Poder Judiciário;
6.Informar à ofendida os direitos a ela conferidos;
7. Feito o registro da ocorrência, deverá a autoridade, de imediato:
7.1. Ouvir a ofendida, lavrar o boletim de ocorrência e tomar arepresentação a termo, se apresentada;
7.2. Colher todas as provas que servirem para o esclarecimento do fato;
7.3. Remeter no prazo de 48 horas expediente apartado ao juiz com o pedido da ofendida, para a concessão de medidas protetivas;
7.4. Expedir guia de exame de corpo de delito e exames periciais;
7.5. Ouvir o agressor e testemunhas;
7.6. Ordenar a identificação do agressor e juntar aos autos sua folha de antecedentes;
8. O pedido da ofendida deverá conter: qualificação da ofendida e do agressor, nome e idade dos dependentes, descrição sucinta do fato e das medidas protetivas solicitadas pela ofendida, e cópia de todos os documentos disponíveis em posse da ofendida;
1. Se aplica à violência doméstica que cause morte, lesão, sofrimento físico (violência física), sexual (violência sexual), psicológico (violência psicológica), e dano moral (violência moral) ou patrimonial (violência patrimonial);
1.1.No âmbito da unidade doméstica, onde haja o convívio de pessoas, com ou sem vínculo familiar, inclusive as esporadicamente agregadas;
1.2.No âmbito da família, formada por indivíduos que são ou se consideram aparentados, unidos por laços naturais, por afinidade ou por vontade expressa.
1.3.Em qualquer relação íntima de afeto, na qual o agressor conviva ou tenha convivido com a ofendida, independentemente de coabitação;
2. Se aplica também às relações homossexuais (lésbicas);
3. A ofendida não poderá entregar intimação ou notificação ao agressor;
4.Quando a agressão praticada for de pessoa estranha, como por exemplo vizinho, prestador de serviço ou médico, continuam os velhos TERMOS CIRCUNSTANCIADOS;
5. Garantir proteção policial, quando necessário, comunicando de imediato ao Ministério Público e ao Poder Judiciário;
6.Informar à ofendida os direitos a ela conferidos;
7. Feito o registro da ocorrência, deverá a autoridade, de imediato:
7.1. Ouvir a ofendida, lavrar o boletim de ocorrência e tomar arepresentação a termo, se apresentada;
7.2. Colher todas as provas que servirem para o esclarecimento do fato;
7.3. Remeter no prazo de 48 horas expediente apartado ao juiz com o pedido da ofendida, para a concessão de medidas protetivas;
7.4. Expedir guia de exame de corpo de delito e exames periciais;
7.5. Ouvir o agressor e testemunhas;
7.6. Ordenar a identificação do agressor e juntar aos autos sua folha de antecedentes;
8. O pedido da ofendida deverá conter: qualificação da ofendida e do agressor, nome e idade dos dependentes, descrição sucinta do fato e das medidas protetivas solicitadas pela ofendida, e cópia de todos os documentos disponíveis em posse da ofendida;
Denuncie:ligue para o número 180 que é a central de atendimento da mulher ou procure uma delegacia mais proxima.
domingo, 17 de outubro de 2010
Mulheres comemoram sucesso da I Feira da Economia Feminista Solidária e do Encontro de Trabalhadoras Rurais

Durante três dias mulheres de 31 municípios do Rio Grande do Norte se reuniram em dois eventos com o objetivo de vender artigos que elas produzem e também reivindicar melhorias nas políticas públicas direcionadas à mulher. Na feira da economia solidária, o sucesso de vendas superou as expectativas do Grupo Mulheres em Ação, responsável pela execução do evento.
“Nós conseguimos atingir nossos objetivos, realizamos a feira da forma planejada e as mulheres como um todo avaliaram positivamente”, destaca Plúvia Cristine, assessora do Grupo. As feministas apresentaram produtos diversificados e conseguiram, além de visibilidade para as riquezas de cada região, vender os produtos e garantir a renda familiar.
Foi o caso de Elivanda da Silva, que veio de Carnaubal para mostrar o trabalho artesanal feito com a palha da árvore que dá nome ao seu município, a carnaúba. “Eu já tinha participado de outras feiras e estava quase desistindo, porque não vendia quase nada, só mostrava o trabalho. Dessa vez fiquei até animada para participar de outras feiras”, conta. Além de artesanato, cerca de 200 trabalhadoras apresentaram gêneros alimentícios, artigos medicinais, roupas, calçados, entre tantos outros itens.
Com a capacitação realizada dias antes da feira pelo especialista em economia solidária, Tiago Dias, elas conseguiram melhorar a apresentação dos produtos, agregando ainda mais valor. “Achei a feira muito organizada e gostei das embalagens dos produtos, que servem até para dar de presente”, opinou a dona-de-casa Gercina Cavalcante que visitou a feira e comprou produtos.
“A feira ajudou também para que a sociedade conhecesse o trabalho realizado pelo Mulheres em Ação desde 1994. Muitas pessoas não sabiam que o grupo existia há tanto tempo e ficaram impressionados com os projetos direcionados não só para as mulheres, mas para as crianças, jovens e famílias como um todo”, avalia Plúvia Oliveira, integrante do grupo.
As atrações culturais, com a apresentação do espetáculo “Véu: a poética do só”, oficinas de tetaro e de bonecas de pano deram um tom mais cultural ao evento, atraindo ainda mais visitantes. Se por um lado as mulheres conseguiram mais visibilidade e renda com a venda das mercadorias, por outro saíram do encontro mais politizadas e com resultados concretos.
Cerca de 170 mulheres integraram o encontro de trabalhadoras rurais que teve a participação de representantes de entidades como EMATER, CONAB, BNB, INCRA, entre outras. “O encontro foi muito construtivo porque nós conseguimos passar para as entidades nossas reivindicações. Eles se comprometeram a ver onde os órgãos podem melhorar para facilitar o acesso das mulheres ao crédito e às políticas públicas”, explica Viviana Mesquita, d Associação de Apoio às Comunidades do Campo (AACC).
“Esperamos que elas possam reduzir os entraves para que a gente possa usufruir desses benefícios como quer e deseja”, acrescenta Fátima Gondim, integrante da Rede Xique-Xique, que apoiou a realização da feira. Como aprendizado para as próximas feiras as mulheres pretendem realizar batucadas e caminhadas diariamente para convocar a população a participar e contribuir para a realização de eventos como este. E, consequentemente ajudar a difundir cada vez mais as redes de economia solidária.
Trabalhadoras Rurais Aprendem Sobre Preparação e Apresentação de Produtos
Cerca de 60 mulheres participaram durante dois dias de uma capacitação que serviu de preparação para a 1ª Feira Territorial da Economia Feminista e Solidária. As participantes fazem parte de grupos localizados em diversos municípios do estado e produzem gêneros alimentícios, além de artesanato através dos princípios da economia solidária.
O responsável pela capacitação, professor da Ufersa Tiago Dias, especialista no assunto, forneceu informações sobre preparação e apresentação dos produtos, desde as etapas iniciais de produção até a venda.
Os grupos que participaram da capacitação e estarão expondo seus produtos durante a feira representam os territórios Assu-Mossoró e Sertão do Apodi. “Elas fabricam mel, hortaliças orgânicas, subprodutos à base de peixe, além de artesanato como renda, crochê e ponto cruz. O nosso objetivo é apresentar esses produtos alternativos para a sociedade e também conquistar a certificação deles dentro dos padrões exigidos pelo Ministério da Agricultura”, explica Lanusa Cristine, coordenadora do projeto Feiras da Economia Feminista e Solidária do RN.
Durante a feira cerca de 80 grupos estarão expondo seus produtos e realizando mesas de negociação dentro da programação do Encontro Estadual de Trabalhadoras Rurais, que acontece simultaneamente, no espaço Carcará. “Queremos que os órgãos apresentem as propostas sobre o que podemos fazer para conseguir os selos exigidos pelo ministério para comercializarmos nossos produtos. O nosso objetivo é sair do evento com os encaminhamentos”, diz Lanusa.
Além de dar mais visibilidade a produção, comercialização e intercâmbio dos produtos, os dois eventos que são fruto do processo de auto-organização das trabalhadoras rurais do estado, têm o objetivo principal de avançar nas políticas públicas voltadas para as mulheres e fortalecer a organização produtiva dos grupos.
Fonte: Economia Feminista e Solidária do RN
O responsável pela capacitação, professor da Ufersa Tiago Dias, especialista no assunto, forneceu informações sobre preparação e apresentação dos produtos, desde as etapas iniciais de produção até a venda.
Os grupos que participaram da capacitação e estarão expondo seus produtos durante a feira representam os territórios Assu-Mossoró e Sertão do Apodi. “Elas fabricam mel, hortaliças orgânicas, subprodutos à base de peixe, além de artesanato como renda, crochê e ponto cruz. O nosso objetivo é apresentar esses produtos alternativos para a sociedade e também conquistar a certificação deles dentro dos padrões exigidos pelo Ministério da Agricultura”, explica Lanusa Cristine, coordenadora do projeto Feiras da Economia Feminista e Solidária do RN.
Durante a feira cerca de 80 grupos estarão expondo seus produtos e realizando mesas de negociação dentro da programação do Encontro Estadual de Trabalhadoras Rurais, que acontece simultaneamente, no espaço Carcará. “Queremos que os órgãos apresentem as propostas sobre o que podemos fazer para conseguir os selos exigidos pelo ministério para comercializarmos nossos produtos. O nosso objetivo é sair do evento com os encaminhamentos”, diz Lanusa.
Além de dar mais visibilidade a produção, comercialização e intercâmbio dos produtos, os dois eventos que são fruto do processo de auto-organização das trabalhadoras rurais do estado, têm o objetivo principal de avançar nas políticas públicas voltadas para as mulheres e fortalecer a organização produtiva dos grupos.
Fonte: Economia Feminista e Solidária do RN
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